Consulta, exame, uma dúvida sobre a saúde que ficou para resolver depois. Na rotina de muitas trabalhadoras, o “depois” vai sendo empurrado.
Para quem trabalha em instituições beneficentes, religiosas e filantrópicas, essa rotina pode acontecer em hospitais filantrópicos, creches, escolas, abrigos, casas-lares, instituições de longa permanência e entidades das áreas de assistência social, saúde e educação, entre outras. Junto ao expediente estão os deslocamentos e as responsabilidades fora do trabalho, e aquilo que não parece urgente naquele momento pode acabar sendo adiado por diversas vezes.
Por isso, neste Outubro Rosa, o Sintibref-PE propõe um olhar diferente para a prevenção: o que pode ajudar a tornar o acompanhamento da saúde mais possível dentro da vida que você realmente leva? Mais do que repetir a importância da prevenção, é preciso aproximar informação, atendimento e proteção para a sua rotina.
Há benefícios que podem facilitar o primeiro passo
A categoria conta com o Programa de Assistência Familiar (PAF Virtual/PASMI), garantido pela Convenção Coletiva 2026/2027 à categoria.
Entre as assistências estão as consultas médicas on-line, inclusive com possibilidade de encaminhamento para especialidades nas condições do programa. Pela plataforma, também é possível ter acesso a receitas, atestados e pedidos de exames emitidos durante o atendimento.
O programa ainda prevê medicamentos genéricos e similares gratuitos, quando receitados pelos profissionais das consultas on-line realizadas pelo PAF, além da entrega sem custo conforme as regras do benefício. Essas facilidades diminuem algumas barreiras para buscar orientação e começar a cuidar de uma questão que vinha sendo adiada.
Além disso, o Bem-Estar Integral oferece Assistência Nutricional, Assistência Fitness e Assistência Psicológica, além de outras formas de apoio para diferentes momentos da vida do trabalhador. A prevenção não acontece apenas durante outubro. Construir uma rotina de atenção à saúde ao longo do ano também faz parte desse processo.
Cada trabalhadora tem uma realidade e necessidades diferentes. A orientação adequada sobre prevenção, exames e acompanhamento deve ser feita por profissionais de saúde.
O Ministério da Saúde recomenda que para mulheres sem sinais ou sintomas suspeitos, a mamografia de rastreamento deve ser feita dos 50 aos 74 anos, a cada dois anos. Mulheres de 40 a 49 anos e acima de 74 anos também podem acessar o exame de rastreamento pelo SUS, mediante orientação profissional sobre seus possíveis riscos e benefícios.
E atenção: ao perceber alguma alteração suspeita nas mamas, a orientação é procurar um serviço de saúde para avaliação, independentemente da idade. Fique atenta a:
- Nódulo persistente ou endurecido
- Mudanças na pele ou no mamilo
- Saída espontânea de líquido pelo mamilo
- Caroços na região das axilas
Neste Outubro Rosa, e não só durante este mês, use os benefícios disponíveis para a categoria e coloque sua saúde de volta entre as prioridades. Respeite seu tempo, esteja atenta à sua saúde e não deixe para depois o acompanhamento de que você precisa. Cuide-se!




